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Mostrando postagens com o rótulo POEMAS

A revolução da lâmina (Poema)

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   A revolução da lâmina, Em bruto sarcasmo existencial, Obra-prima de infernais cunhadores de palavras, Intrinsecamente subverte O animal nela contido. Revisão de poema presente na crônica " O animal e a lâmina " (2013)

No antropocênico açougue (Poema)

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     No antropocênico açougue - Corpulento signo da hodierna coleta - O corriqueiro sapiens sapiens, Perpetuamente ávido, Imperiosamente famélico, Em banal exercício da existência habitual, Pleistoceniza o senso comum

Humanimalia (Poema, 2014)

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Humanimalia A perdição que se deu Para um humano é apogeu Pois controle e domínio São para ele fascínio. Alguns podem definir Os que estão a oprimir Mas apesar dos oradores Somos todos opressores. Sensualmente enredados Eternamente empanturrados Com a morte agonizante Dos animais arrebanhados.

O céu e o chão (Poema)

Indelicadas e indecentes As máquinas voadoras são. O céu é o chão dos pássaros.

Pseudohaikai ecológico (Poema)

Manhã calminha. Passarinho bonitinho Esmigalha a minhoquinha

Não Mate!

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  Poema-homenagem dedicado ao Não Mate! - Ação gráfica contra o especismo. Não mate! Duas palavras. Uma imagem. Desviando olhares No caminho padrão, Um dedo apontando outra mão. Não mate! Duas palavras. Associação. Uma imagem, erupção. Desenterra-se o horror No cimentado torpor. Não mate! Em imposto turbilhão, Duas palavras: percepção. Uma imagem remoendo a cognição. Dedo em riste, caminho em gestação.